O backup rodou a noite inteira. Ninguém conferiu se ele chegou.

O disco encheu. Uma pasta perdeu permissão. Um arquivo estava aberto. O cabo caiu às três da manhã. E o programa continuou dizendo "tudo certo" até o dia em que você precisou. O rival deste produto não é o outro programa de backup: é a incompletude silenciosa.

Elegant Vault · backup local e espelho verificado · Windows 10 e 11

Nada sai do seu PC Nada é apagado, nada é sobrescrito Restaurar e conferir nunca expiram
Mesa do Elegant Vault: o cartão do cofre Trabalho e família, plugado em E:, com 40.381 arquivos e 222,3 GB, as pastas protegidas com suas datas de última cópia e de última conferência, e o aviso em âmbar de 312 arquivos há mais de 90 dias sem conferência Mesa do Elegant Vault: o cartão do cofre Trabalho e família, plugado em E:, com 40.381 arquivos e 222,3 GB, as pastas protegidas com suas datas de última cópia e de última conferência, e o aviso em âmbar de 312 arquivos há mais de 90 dias sem conferência
A mesa do cofre. Cada pasta protegida traz arquivos, bytes e duas datas: quando foi copiada e quando foi conferida pela última vez. Quando a segunda envelhece, a mesa diz em voz alta quantos arquivos estão esperando.

O que ele faz, dito de uma vez.

Você escolhe pastas e um disco seu. Ele copia tudo 1:1 para o disco, confere byte a byte com SHA-256 e mostra um selo com as contas. E os arquivos voltam pelo Explorer de qualquer PC — sem este programa.

Passo 1 · escolher

Suas pastas, um disco seu

Marque Documentos, Fotos, o que quiser proteger — e aponte um HD externo comum. Sem nuvem, sem conta, sem formato esquisito.

Passo 2 · copiar e conferir

Cópia 1:1, conferida byte a byte

Cada arquivo é copiado com o mesmo nome e o mesmo caminho, e ganha uma impressão digital SHA-256 no caminho. Na origem, ele só lê — nunca escreve.

Passo 3 · ver a prova

O selo — e o ensaio da volta

No fim, cinco números numa linha só dizem o que entrou e o que ficou de fora. E um botão traz 20 arquivos de volta e confere, em uns 40 segundos.

Sem jargão até aqui. O resto da página é isto em câmera lenta: como a cópia vira prova.

0
arquivos seus que este programa apaga, move ou sobrescreve
5
números no selo do fim, sempre na mesma linha
15
dias de avaliação, sem cartão
3
idiomas, trocados sem reiniciar

Backup que roda de fundo é backup que falha de fundo.

Quase ninguém descobre que o backup parou no dia em que ele parou. Descobre no dia da restauração, que é o pior dia possível para receber a notícia.

  • O disco encheu. A cópia foi até onde deu e o resto ficou de fora. O relatório disse "concluído".
  • Uma pasta perdeu permissão. Continua na lista, continua marcada, e há oito meses não entra um byte dela.
  • O arquivo estava aberto. Foi pulado. Era justamente o banco de dados do programa que você usa todo dia.
  • O cabo caiu às três da manhã. O programa anotou que copiou. O disco discorda.
O que quase todo backup mostra Concluído · 0 erros O que o Elegant Vault mostra 1.204 copiados · 1.204 de 1.204 conferidos · 0 divergências · 25 recusados de propósito · 12 falharam

Os cinco números do fim, como a interface os escreve. As duas contagens do que não entrou vêm na mesma linha do "0 divergências" — sem elas, o denominador mente.

Da família Elegant, e não dependente dela.

O Elegant File Explorer organiza arquivos por regras. Nenhum dos dois aplicativos exige o outro, e nada nesta página precisa do irmão instalado.

Conheça o Elegant File Explorer

Prova, não promessa.

"Copiado" é uma palavra que o programa escreve sobre si mesmo. Este produto troca a palavra por uma conta que você pode refazer sozinho, com uma ferramenta que já veio no seu Windows, num computador onde ele nem esteja instalado.

São cinco peças. Nenhuma delas é uma novidade da casa: são práticas velhas de escrita durável, montadas na ordem em que o silêncio deixa de ser possível.

O cofre é uma pasta comum. os mesmos caminhos relativos da origem Sem container, sem banco de dados no meio se este programa sumir amanhã, os arquivos continuam lá
01

A escada: nome temporário, disco de verdade, nome final.

Todo arquivo nasce com extensão temporária, tem os bytes empurrados para a mídia — não para o cache, que some quando falta luz — e só então ganha o nome definitivo, numa troca que o Windows não parte pela metade.

Um nome certo dentro do cofre só existe se o arquivo chegou inteiro.

Não é cópia otimista com verificação depois. A ordem é o produto.

02

SHA-256 a7f3…9c1b · no mesmo passe da escrita

A impressão digital sai junto com a cópia.

Os bytes passam uma vez só: enquanto seguem para o cofre, a soma SHA-256 é calculada em cima deles, e cada arquivo vira uma linha do manifesto.

Não existe segunda leitura para "gerar o hash depois" — logo, não existe a janela em que o arquivo mudou entre as duas passagens e ninguém percebeu.

03

O manifesto nunca promete um arquivo que não chegou.

A lista do cofre é um arquivo de texto que só cresce, gravado em lotes empurrados para o disco.

A garantia tem nome e é testada como propriedade matemática: o manifesto durável é sempre um prefixo da realidade. Arranque o cabo quando quiser — o pior caso é o manifesto saber menos que o disco. Nunca mais.

Por isso desplugar no meio da cópia é pausa, e não erro. Ao voltar, ela continua de onde parou.

04
certutil certutil -hashfile "<arquivo>" SHA256 compare com a linha do manifesto

Conferir é reler os bytes — e você pode fazer isso sem nós.

A conferência do programa relê o cofre e compara com o manifesto, arquivo por arquivo, e diz o tempo estimado antes de começar. Mas a prova não é refém do programa: o LEIA-ME.txt gravado na raiz do disco ensina, nos três idiomas, a conferir um arquivo à mão com o certutil que já vem no Windows.

Onde o caminho é comprido demais para o Explorer e para o certutil, a interface avisa: o Vault copia e restaura esses arquivos, mas para eles a conferência manual não funciona.

05
vault.json · na raiz do disco LEIA-ME.txt · trilíngue, quatro pontos nada aqui precisa do Vault

A identidade do cofre mora no disco, não nas configurações.

Quem diz que aquele disco é o cofre é o próprio disco. Letra de unidade trocada, outra gaveta, outro computador, Windows reinstalado: o cofre continua sendo o cofre, e o índice local pode ser reconstruído a partir do destino. O programa é a conveniência; o disco é o backup.

Nenhuma dessas cinco peças aparece como opção para ligar. Elas são o caminho único da escrita — o motor não tem um modo rápido que pule a impressão digital, porque o modo rápido é exatamente onde o silêncio entraria.

1:1
os mesmos caminhos relativos da origem, sem formato proprietário
SHA-256
de cada arquivo, no mesmo passe da escrita
0
bytes seus na internet — o programa não tem função de rede
20
arquivos sorteados voltam do cofre no ensaio — conferidos byte a byte, diante de você

Nada disso depende da sua atenção nem de uma opção ligada: é o único jeito que o programa conhece de escrever. E quando algo não pode ser conferido, o Vault avisa — nunca finge.

Os números antes do primeiro byte.

A simulação não escreve nada. Ela diz quantos arquivos entram, quantos bytes, quanto tempo — e, com o mesmo destaque, a lista do que fica de fora. Essa lista vem partida em dois baldes desde o plano, porque "não copiei porque você não quis" e "não consegui copiar" são duas notícias diferentes.

Simulação do Elegant Vault: Vão entrar 1.204 arquivos e 4,7 GB, tempo estimado de 6 min 12 s, o aviso em âmbar de que cabe mas por pouco, e a seção O que fica de fora e por quê com os dois baldes lado a lado — recusado de propósito e falhou — cada motivo com a contagem e os bytes Simulação do Elegant Vault: Vão entrar 1.204 arquivos e 4,7 GB, tempo estimado de 6 min 12 s, o aviso em âmbar de que cabe mas por pouco, e a seção O que fica de fora e por quê com os dois baldes lado a lado — recusado de propósito e falhou — cada motivo com a contagem e os bytes
A simulação. Os números primeiro, o espaço apertado em âmbar, e "o que fica de fora, e por quê" como cidadã de primeira classe — com a lista dos arquivos, não só a contagem.
01

Está só na nuvem

O arquivo é um espaço reservado do OneDrive ou do Google Drive e baixá-lo custaria banda e horas. Fica de fora até você pedir, pasta por pasta.

recusado de propósito
02

É banco de dados ou cache em uso

Copiar um arquivo enquanto outro programa escreve nele produz uma cópia inconsistente que parece boa. O Vault prefere dizer que não copiou.

recusado de propósito
03

É atalho de pasta e ele não atravessa

Junções e links de diretório viram laço ou duplicata silenciosa. O programa recusa por escrito, em vez de copiar a mesma pasta três vezes.

recusado de propósito
04

Outro programa estava com o arquivo aberto

O Windows não entregou os bytes. Vira linha nomeada na lista do que falhou, com o caminho completo, para você fechar o programa e copiar de novo.

falhou
05

O Windows negou o acesso

Permissão faltando na origem. É a falha que mais tempo passa despercebida nos concorrentes, porque some dentro de um número de erros que ninguém abre.

falhou
06

Nome impossível no destino

Um caractere que o sistema de arquivos do disco não aceita, ou um arquivo maior que o limite do FAT32. O motivo é dito, e não vira um erro genérico.

recusado de propósito

As duas listas saem em CSV — a do que entrou, a do que ficou de fora e a dos caminhos longos —, para você guardar fora do programa ou abrir na planilha. E o espaço é conferido antes: quando sobra pouco, a simulação diz quanto sobra depois desta cópia, em âmbar, antes de você aprovar.

O selo é indivisível.

É a regra mais estranha deste produto e a que mais o define: a interface é proibida de mostrar "0 divergências" sem mostrar, na mesma linha, as duas contagens do que não entrou. Não existe no código um jeito de pedir só o número bonito.

“1.204 copiados · 1.204 de 1.204 conferidos · 0 divergências · 25 recusados de propósito · 12 falharam” A frase é uma só, montada num lugar só. Ela se repete na barra de estado da janela, para não sobrar uma tela onde o resumo apareça pela metade.
copiados conferidos divergências recusados de propósito falharam
Tela de execução do Elegant Vault: o selo com as cinco contagens na mesma linha, o aviso sobre três arquivos de caminho comprido demais para o certutil, os três botões que salvam as listas em CSV, o cartão que estima 1 h 42 min para conferir o cofre inteiro e o resultado da conferência Tela de execução do Elegant Vault: o selo com as cinco contagens na mesma linha, o aviso sobre três arquivos de caminho comprido demais para o certutil, os três botões que salvam as listas em CSV, o cartão que estima 1 h 42 min para conferir o cofre inteiro e o resultado da conferência
O fim da execução. O selo, as listas em CSV, e a conferência com o tempo dito antes: "vai ler 222,3 GB e levar cerca de 1 h 42 min — você pode parar no meio: o que já foi conferido fica conferido."

Nesta interface, "0 divergências" sozinho não existe.

O ensaio de 40 segundos.

A pergunta que quase ninguém faz a tempo é "o meu backup volta mesmo?". O botão que responde está na mesa, ao lado dos outros, e o teste não é uma simulação: são os seus arquivos, voltando de verdade.

  • Sorteia vinte, e o sorteio tem critério. Uma parte por igual, uma parte entre os maiores, uma parte entre os que há mais tempo não são conferidos e uma parte entre os de caminho mais longo — que é onde os problemas moram.
  • Traz de volta para uma pasta temporária. Nada seu é tocado: a restauração do ensaio nunca encosta na origem.
  • Confere o SHA-256 de cada um contra o manifesto, e o resultado aparece uma linha por arquivo, com o visto verde ao lado do nome, com o motivo pelo qual aquele arquivo foi sorteado.
  • Apaga só o que ele mesmo criou. A pasta temporária some no fim — e ela é o único lugar do produto inteiro onde o programa apaga alguma coisa.
Ensaio de restauração do Elegant Vault: Trazendo 14 de 20, conferindo o SHA-256 de cada um contra o manifesto, com uma linha por arquivo, o visto verde, o motivo do sorteio e a etiqueta fora do alcance do Explorer num dos caminhos Ensaio de restauração do Elegant Vault: Trazendo 14 de 20, conferindo o SHA-256 de cada um contra o manifesto, com uma linha por arquivo, o visto verde, o motivo do sorteio e a etiqueta fora do alcance do Explorer num dos caminhos
O ensaio, em andamento. Cada linha diz por que aquele arquivo foi sorteado — "entre os maiores", "há mais tempo sem conferência", "entre os de caminho mais longo" — e o rodapé lembra que a pasta temporária some no fim.

Nada é apagado. Nada é sobrescrito.

Na origem, este programa só lê. Não existe nele um verbo que apague, mova ou renomeie um arquivo seu — nem como opção escondida, nem como caixinha para marcar.

É estrutural, não editorial: apagar, mover, renomear e substituir são chamadas proibidas nos fontes. Não é promessa de texto: essas funções simplesmente não existem dentro do programa — e função de rede também não.

Existem cinco exceções, comentadas uma a uma, e nenhuma tem um byte seu dentro: todas tocam artefatos que o próprio programa criou — o temporário da escada, a pasta do ensaio, um índice interno já morto, o banco local ilegível e um arquivo de descarga da execução.

  1. 1
    A origem é somente leitura.

    Todas as pastas que você escolheu são abertas para ler. O programa não tem um caminho de código que escreva nelas.

  2. 2
    No cofre, a única substituição é a cópia anterior dele mesmo.

    Sem isso não existiria backup incremental. Ela tem uma porta só, com nome longo de propósito para a varredura achá-la, e dois chamadores nomeados no teste — nenhum outro lugar do programa pode substituir arquivo.

  3. 3
    Arquivo que sobrou no cofre vira relatório.

    Você apagou algo na origem? O espelho continua com a cópia, e ela aparece numa lista. A versão 1.0 não tem exclusão no destino nem sob aprovação: sem código de poda, não há bug de poda.

  4. 4
    Restaurar nunca sobrescreve.

    Por padrão o arquivo volta ao lado, com sufixo — contrato (restaurado).pdf — ou em pasta nova. O que já está igual no lugar é contado como "já está no lugar", e não recopiado.

  5. 5
    O que ele apaga é só o que ele criou.

    A pasta temporária do ensaio, e depois que o ensaio termina. Cada uma das cinco exceções é conferida duas vezes: o caminho tem de estar sob a raiz certa como texto e depois de o próprio disco resolver o caminho — porque uma junção faz duas strings bonitas apontarem para lugares diferentes.

  6. 6
    E o cofre não é refém do programa.

    Desinstale o Vault e o disco continua sendo uma pasta comum de arquivos comuns. O LEIA-ME.txt na raiz explica como trazer tudo de volta arrastando.

O que a conferência prova, e o que ela não prova. Ela prova que o cofre é igual ao que foi lido. Ela não prova que a leitura estava certa: se a memória ou o cabo da origem já estavam corrompendo os dados, o Vault copia e confere fielmente uma cópia corrompida. Detectar a degradação da mídia também não é consertá-la — o programa diz quais arquivos divergiram e deixa a decisão com você. E uma cópia só, guardada ao lado da origem, não protege contra incêndio, furto nem raio.

Restaurar e conferir nunca expiram.

A avaliação de 15 dias bloqueia exatamente um verbo: copiar. Terminada a avaliação sem a compra, o programa continua trazendo os seus arquivos de volta, para sempre.

  • Restaure um arquivo, uma pasta ou o cofre inteiro, com simulação própria antes — e com os cinco desfechos ditos na mesma tela, inclusive quantos já estavam no lugar.
  • Conferir o cofre inteiro é um gesto seu. É o que encontra a degradação silenciosa da mídia, e o tempo estimado é dito antes de começar. Sem agendador e sem processo residente.
  • Plugou o disco com o programa aberto? Ele reconhece o cofre e abre a simulação. Copiar sozinho, nunca — não existe tarefa de inicialização neste produto.
  • O índice local é cache, não backup. Apagá-lo custa uma releitura, nunca um arquivo: tudo o que importa está no manifesto do próprio disco.
E:\ElegantVault vault.json · a identidade, no disco LEIA-ME.txt · trilíngue, com o certutil Documentos\ · Imagens\ · os mesmos caminhos manifesto · uma linha de texto por arquivo

A raiz de um cofre, como o Explorer a mostra. Nada aqui exige o Elegant Vault para ser lido: o programa é a conveniência, o disco é o backup.

Completo sozinho. Com o irmão instalado, ele oferece o atalho.

Integração é bônus, nunca pedágio. O que não está de fato disponível na sua máquina não aparece: sem botão morto e sem aviso explicando o que está faltando.

Mostrar no Explorer.

Ao fim de uma cópia, de uma conferência ou de uma restauração, o arquivo abre já selecionado na pasta dele, dentro do Elegant File Explorer.

As pastas dos irmãos já vêm marcadas.

No assistente do cofre, as pastas de dados dos outros aplicativos da casa chegam pré-selecionadas — são pequenas, são difíceis de refazer e quase ninguém lembra delas.

Presença publicada, sem exigir consumidor.

O Vault anota numa pasta compartilhada da suíte que existe e o que já cobre. Se nenhum irmão estiver instalado, nada disso é escrito e nada muda para você.

Conheça o Elegant File Explorer

Um preço, uma vez.

US$ 12,99US$ 24,99preço de lançamentocompra única — para sempre sua
  • 15 dias de avaliação no seu PC, sem cartão e sem conta.
  • Restaurar e conferir nunca expiram, nem depois da avaliação, nem para quem nunca comprou.
  • Compra única. Sem assinatura e sem renovação — e a linha 1.x é atualização gratuita.
  • Nada sai do seu PC. Nenhum arquivo, nenhum nome, nenhuma impressão digital.
  • Três idiomas desde o primeiro dia, trocados sem reiniciar. Claro, escuro ou automático, cruzado com clássico ou moderno.
  • Windows 10 versão 1809 ou superior, e Windows 11. 64 bits. Um disco externo em NTFS como destino.

Disponível na Microsoft Store. Um preço, pago uma vez — sem assinatura e sem renovação.

Limites conhecidos.

Dizer custa menos que esconder, e todos estes são consequência de decisões que tomaríamos de novo.

  • Esta versão não guarda versões antigas dos arquivos. O cofre é o espelho de agora: ele protege contra o disco que morre, não contra você salvar por cima do arquivo bom. Versões entram na 1.1, atualização gratuita — e o formato já gravado no disco reserva o lugar delas, então não haverá migração. Guardar versões exige código de poda, a maior superfície de "apagou o que não devia" da categoria.
  • Não existe agenda e não existe cópia automática. Nem de fundo, nem por tarefa de inicialização, nem por linha de comando. Com o programa aberto, plugar o disco abre a simulação; copiar espera o seu clique. A dor número um da categoria é o backup que rodou sozinho e falhou em silêncio — é esta decisão que deixa o produto prometer o contrário. Agenda é a 1.2.
  • O destino é um disco local montado, não um NAS. Um compartilhamento de rede adormecido pode travar o programa dentro do próprio Windows por quase um minuto, e entregar isso sem a engenharia que ele exige seria um congelamento que você culparia a nós, com razão. Destino de rede é trabalho da 1.1–1.2.
  • Arquivo em uso por outro programa fica de fora, nomeado. Não há cópia de instantâneo do volume, porque ela exigiria privilégio de administrador — algo que nenhum aplicativo desta casa pede. O lado bom é real: este produto não pode ser derrubado pelas atualizações do Windows que quebraram backups de terceiros por tempo esgotado no VSS. O lado ruim também é real, e aparece com o caminho na lista do que falhou, em vez de sumir dentro de um contador de erros.
  • Arquivos que só existem na nuvem ficam de fora até você pedir. Copiar um deles significa baixá-lo inteiro, então a decisão é sua e é tomada pasta por pasta, com os bytes ditos antes. Enquanto isso ele aparece no balde do que foi recusado de propósito, com o motivo escrito — e o Vault lê a marca do arquivo desidratado, nunca o conteúdo, para que perguntar por ele nunca dispare um download.
  • Caminho muito comprido é copiado, mas não é conferível à mão. O Vault copia e restaura esses arquivos normalmente. O Explorer e o certutil é que não alcançam esses caminhos — e a interface diz quantos arquivos estão nesse estado, em vez de deixar você descobrir no dia em que precisar deles.
  • A conferência prova a cópia, não a leitura. Se a origem já estava entregando bytes corrompidos, o cofre recebe e confere fielmente uma cópia corrompida. Nenhuma soma de verificação do mundo conserta isso.
  • Detectar a degradação não é consertá-la. Conferir o cofre inteiro diz quais arquivos divergiram e deixa a decisão com você. Não existe dado de paridade nem autocura na 1.0.
  • Um cofre que nunca apaga cresce para sempre. Arquivos que você excluiu da origem continuam no cofre como linha de relatório, com o tamanho somado, nunca como exclusão automática — e renomear uma pasta de 40 GB na origem cria uma segunda árvore de 40 GB em vez de mover a primeira. Poda com guardas e casamento de renome entram juntos na 1.1, ou não entram.
  • Uma cópia só não é uma estratégia de backup. Um cofre guardado na mesma sala que o computador não protege contra incêndio, furto nem raio. Tenha mais de uma cópia, em mais de um lugar — e o Vault ajuda em uma delas, não em todas.
  • O cofre não é criptografado. Quem estiver com o disco na mão consegue lê-lo, que é exatamente a propriedade que deixa a cópia legível em qualquer PC, sem este programa. Compressão e criptografia ficaram de fora por essa razão. Se o disco viaja, criptografe o volume com a ferramenta da sua edição do Windows.
  • O pacote é de 64 bits. Numa máquina ARM ele roda por emulação. Não existe versão para macOS nem para Linux.

Perguntas frequentes.

Preciso deste programa para recuperar meus arquivos?

Não. O cofre é uma cópia comum, com os mesmos caminhos relativos da origem, e abre no Explorador de Arquivos de qualquer PC. Não existe container, não existe banco de dados no meio e não existe formato proprietário. Arrastar de volta funciona. O programa grava um LEIA-ME.txt trilíngue na raiz do disco explicando exatamente isso, inclusive como conferir um arquivo à mão com o certutil que já vem no Windows.

Ele pode apagar ou sobrescrever alguma coisa minha?

Não. Na origem o programa só lê. A versão 1.0 é aditiva pura: apagar, mover, renomear e substituir arquivo do usuário são verbos que não existem dentro do programa, com cinco exceções comentadas uma a uma — e nenhuma das cinco tem um byte seu dentro, todas são artefatos que o próprio programa criou. E o programa não tem como ganhar uma sexta: a regra faz parte de como ele é construído, não de uma configuração. A única substituição do produto recai sobre a cópia que o programa gravou antes no cofre, que é o que faz o backup incremental existir.

O que acontece se eu desplugar o disco no meio da cópia?

Isso é pausa, não erro. Cada arquivo nasce com nome temporário, é empurrado para o disco de verdade e só então ganha o nome final, e o manifesto é sempre um prefixo da realidade: ele nunca promete um arquivo que não chegou. Ao plugar de novo, a cópia continua de onde parou.

Meus arquivos saem do computador?

Nenhum arquivo, nenhum nome e nenhuma impressão digital sai da sua máquina. O programa não tem nenhuma função de conexão à internet. A única conexão é a verificação de licença e da avaliação de 15 dias na Microsoft Store, feita pela API do próprio Windows, e ela é fail-open: se a Store não responder, o acesso que você já tinha continua.

O que acontece quando a avaliação de 15 dias acaba?

O portão bloqueia só o verbo de copiar. Restaurar, conferir e ensaiar continuam liberados para sempre, inclusive para quem nunca comprou. Um backup que sequestra os arquivos de quem não pagou é indefensável, e este não faz isso. Além disso o cofre continua legível sem o programa.

Ele faz backup sozinho, agendado?

Não, e é de propósito. A dor número um da categoria é o backup que rodou de fundo, falhou e não avisou. A versão 1.0 vende o contrário: backup que você vê acontecer. Não há agendador, não há tarefa de inicialização e não há processo residente. Com o programa aberto, plugar o disco do cofre abre a simulação — copiar espera o seu clique. Agenda está prevista para a linha 1.x, que é atualização gratuita.

Ele guarda versões antigas dos arquivos?

A versão 1.0 não guarda. O cofre é o espelho de agora, e o formato no disco já reserva o lugar do histórico para que ele entre depois sem migração. Histórico de versões, agenda e destino em disco de rede (NAS) estão previstos para a linha 1.x, que é atualização gratuita para quem comprou a 1.0.

Preciso do Elegant File Explorer?

Não. O Elegant Vault é completo sozinho. Se o irmão estiver instalado, o programa oferece abrir o arquivo já selecionado na pasta dele ao fim de uma cópia, de uma conferência ou de uma restauração. O que não está disponível na sua máquina simplesmente não aparece: sem botão morto e sem aviso.

Todo backup diz que deu certo. Este mostra a conta.

O Elegant Vault copia as suas pastas para um disco seu, prova arquivo por arquivo que a cópia chegou inteira, e deixa o cofre legível mesmo sem ele.

Disponível na Microsoft Store. Windows 10 versão 1809 ou superior, e Windows 11.