Tudo o que o app faz no dia do lançamento:
- A mesa que só grava no fim. Tornar pesquisável, numerar, marca d’água e carimbo deixaram de gerar arquivo na hora: cada um vira uma linha de uma lista viva, e um chip ao lado do botão diz quantas coisas vão dentro. Senha, “mais leve” e “sem metadados” não são passos — são como o arquivo sai, aplicados no fim, o que faz a senha nunca mais trancar o que vem depois. Existe um só botão de salvar, e ele monta tudo de uma vez, a partir dos originais: OCR, dividir, carimbar, pôr senha, remergear — e sai um arquivo, não cinco intermediários que ninguém pediu.
- Tirar um passo do meio.
Ctrl+L abre a lista do que você já pediu, com o alcance de cada linha (“todas as folhas”, “2 folhas escolhidas”). Desligar guarda as opções para religar depois; tirar apaga a linha. Nenhum dos dois toca o disco, porque nada foi gravado ainda.
- A prévia na miniatura. A marca d’água, o carimbo e o número aparecem desenhados sobre cada página antes de qualquer byte existir, no canto e no ângulo que vão ocupar — e uma pastilha ≣ marca as folhas que recebem alguma coisa.
- Chegaram arquivos depois? As folhas novas entram limpas, sempre — não por promessa, por construção. Uma faixa oferece repetir a rodada nelas, escolher item por item o que repetir, ou deixá-las limpas.
- Um por documento. Um sexto modo no grupo Gerar, e o padrão quando você entra por um cartão de documento: cada arquivo da mesa sai como um PDF novo com o nome dele. É o que impede cinco boletos com OCR de virarem um arquivo só.
- A mesa de trabalho. PDFs, JPG, PNG e HEIC entram na janela e cada página vira uma miniatura. Arraste para reordenar — uma página ou vinte de uma vez. Girar, apagar, inserir página em branco e extrair páginas (ou as imagens de dentro delas) são gestos na mesa, não itens escondidos num menu.
- A tesoura. Um clique entre duas miniaturas marca onde um documento acaba e o outro começa. Também dá para dividir por intervalo (“3–7, 12–20”) ou em um arquivo por página.
- Juntar. Quantos documentos você quiser em um só, na ordem que está na mesa. Vindo do Elegant File Explorer, a ordem é a da sua seleção — não a alfabética.
- Tornar pesquisável (OCR). Uma camada de texto invisível entra por baixo do escaneado e o Ctrl+F passa a achar palavras numa página fotografada. Em lote, com progresso página a página e um cancelar que cancela de verdade. Roda no reconhecimento que já vem no Windows: 100% offline.
- Comprimir em três degraus honestos. Cada degrau mostra o tamanho estimado antes de você escolher. Quando o arquivo é puro texto, o app avisa que quase não vai encolher em vez de fingir que vai. Escaneado que não encolhe de jeito nenhum ganha o segundo caminho: o app oferece reamostrar as páginas, dizendo antes que a nitidez diminui — nunca sozinho.
- Fotos → PDF e PDF → imagens. As catorze fotos de nota do celular viram um documento; um documento vira PNGs quando é isso que alguém pediu.
- Digitalizar direto do scanner. O app chama o aparelho pelo serviço que já vem no Windows: as páginas caem na mesa como imagens e o PDF só nasce quando você mandar. Lote com alimentador conta folha a folha e dá para cancelar. Sem scanner no PC, o comando simplesmente não aparece.
- Endireitar foto torta. O app mede a inclinação por geometria — não é IA, não é adivinhação — e grava uma cópia endireitada. Se a página já está reta, ele diz isso e não gera nada. O original nunca é tocado.
- Receitas de papelada. Salve os passos que você repete sempre — “tornar pesquisável, comprimir, numerar” — e aplique na mesa inteira depois, com progresso e cancelar. A receita é um arquivo
.efepaper legível: o duplo clique abre uma prévia com os passos listados, nada roda sozinho. Senha nunca entra numa receita.
- Senha e metadados. Colocar senha, tirar a senha que você conhece, e remover o autor, o nome do programa e o histórico que o arquivo carrega por aí sem você saber.
- A barra de resultado. Sempre visível, sempre com números reais antes de qualquer coisa acontecer: “Você vai gerar 2 arquivos · 14 páginas · 3,1 MB, era 8,7 MB · o original não é alterado.”
- O original é intocável. A saída é sempre um arquivo novo ao lado do antigo; nome repetido ganha sufixo e nada é sobrescrito, nunca. O aviso de 12 segundos com Desfazer manda os arquivos gerados para a Lixeira — jamais os originais.
- Com o Elegant File Explorer instalado, três coisas a mais. Selecionar PDFs no EFE e mandar “Juntar em um PDF…” abre a mesa já montada; a automação do EFE ganha “Tornar pesquisável (OCR)” e “Comprimir PDF”; e um resultado de busca na página 47 vira um botão que abre o documento já rolado até lá. Sem o EFE nada disso aparece, e nada falta.
- Três idiomas completos no dia do lançamento — português, inglês e espanhol, com troca sem reiniciar.
- Dois temas × duas formas — cor Claro/Escuro/Automático e forma Clássico/Moderno, com o mesmo desenho do Elegant File Explorer.
- Manual ilustrado dentro do app, no seu idioma, com capítulo próprio para os limites conhecidos e para a privacidade.
- Nada sai do seu PC. Não existe cliente de internet no código. Desligue o Wi-Fi e o app funciona igual — e é essa a maneira mais rápida de conferir.