Elegant Paper

Changelog

O que muda no Elegant Paper, versão a versão. A mais nova abre aberta; as anteriores ficam recolhidas.

Veja o roadmap

O que muda na 2.0.1:

  • Ícone novo em todos os tamanhos — da barra de tarefas à vitrine da Store — e imagens novas na listagem. Nada muda no app: só a identidade.undefined

O que mudou desde a 1.0.0:

  • Assinar. A sua rubrica — a assinatura escaneada, o “recebido em __/__”, o selo — entra na folha onde você quiser: arraste a imagem sobre a página ao lado e ela cai ali. Dá para escolher a largura, baixar a opacidade quando o fundo do escaneado é branco, e assinar só as folhas selecionadas. A imagem fica guardada nas Configurações; e ela nunca entra numa receita, porque receita é feita para mandar para os outros. Continua sendo assinatura visual — não é assinatura com certificado digital, e o app diz isso na tela.
  • Tamanho de página. Juntar um A4 com uma Carta e uma foto do celular entregava um documento de folhas desiguais que nenhuma gráfica aceita. Em Como o arquivo sai agora há a escolha: manter o tamanho de cada folha, tudo em A4 ou tudo em Carta — encaixando sem cortar nada, e sem esticar a folha deitada.
  • Exportar texto (.txt). O reconhecimento que você já pagou passa a sair do app: um arquivo de texto por documento reconhecido, para colar num e-mail ou jogar numa busca. Só sai o que passou pelo OCR nesta sessão — o app não roda reconhecimento escondido para preencher a lista.
  • O índice em CSV ganhou as primeiras linhas. A planilha da mesa (nome, páginas, tamanho) agora traz também o começo do texto de cada documento reconhecido. Documento que não passou pelo OCR fica com a coluna vazia, e a tela diz por quê.
  • Avaliação: 15 dias ou 20 documentos — o que acabar por último. Contar só dias corridos expulsava justamente quem compra este app: quem instala numa terça de aperto, resolve o contrato daquele dia e volta em setembro. Agora os dois relógios correm juntos. E quando a avaliação termina, o app não fecha a porta na sua cara: a mesa continua montada, os números continuam reais, a prévia continua desenhando — o que a compra destrava é gravar o arquivo.
  • Formulários e marcadores continuam vivos. Um requerimento com campos preenchíveis saía da mesa com o desenho do formulário e sem os campos, em silêncio. Agora eles atravessam; e quando o arquivo não é tocado por nada, ele sai byte a byte igual ao que entrou. Quando alguma coisa realmente obriga a recompor as páginas, o aviso diz isso antes — com o nome do arquivo em risco, não uma frase genérica.
  • Cancelar não apaga mais o que já saiu. Mandar parar no meio de um lote grande apagava os arquivos prontos que já estavam na sua pasta — horas de reconhecimento sumindo porque você pediu para parar. Agora o que já chegou ao destino fica; só o pedaço que estava sendo escrito naquele instante é descartado.
  • Muito mais rápido em papelada grande. Salvar duas vezes deixou de reconhecer tudo de novo; a mesa deixou de redesenhar o mundo inteiro a cada giro; selecionar 2.000 páginas de uma vez deixou de travar a janela; e a miniatura de foto para de ser decodificada três vezes para aparecer uma.
  • A folha grande. Duplo clique numa miniatura (ou a tecla Z) abre a página em tela cheia — porque decidir se aquela folha entra ou sai exige ler a folha. e viram as páginas, + e aproximam e afastam, 0 volta ao tamanho da tela, Home e End vão à primeira e à última, e Esc fecha.
  • Desfazer a geração pelo teclado. O aviso que aparece depois de gerar responde a Ctrl+Shift+Z (os arquivos gerados vão para a Lixeira — nunca os originais) e espera por você: o relógio dele não corre enquanto o foco do teclado está lá dentro, e ele fica mais tempo na tela para quem liga “reduzir movimento” no Windows.
  • O Histórico virou saída. Cada linha agora abre a pasta onde o arquivo caiu — e revela o arquivo no Elegant File Explorer, quando ele está instalado. Antes dava para ler onde o arquivo foi parar, nunca para ir até lá.
  • O carimbo cai onde você mandou. Escolher “em todas as folhas” carimbava só a primeira de cada documento, enquanto a barra prometia o número cheio. Agora a promessa da barra, a frase do diálogo e o arquivo gerado dizem a mesma coisa.
  • Comprimir mais honesto. O nome “(comprimido)” só fica no arquivo quando ele encolheu de verdade; documentos com cores especiais pararam de sair com as cores trocadas; e o app voltou a oferecer a reamostragem para o escaneado que não encolhe de jeito nenhum, sempre dizendo antes que a nitidez diminui e que o texto vira imagem.
  • A senha nova é pedida duas vezes. A senha que tranca o arquivo é o único segredo irreversível do produto: errar a digitação uma vez não tinha conserto. Agora há confirmação, com um olho para conferir o que você digitou.
  • “Vai caber, mas fica apertado.” Antes de um lote grande, o app olha o espaço em disco e diz isso com todas as letras, em vez de descobrir no meio do caminho.
  • Roda sem janela, para quem automatiza. elegantpaper --ocr contrato.pdf e elegantpaper --compress contrato.pdf fazem o serviço, gravam o arquivo novo ao lado e encerram — sem abrir a mesa. É o que faz a pasta do scanner virar uma linha de um .bat, sem nuvem e sem serviço rodando de fundo. Ali o comprimir é só o caminho sem perder nitidez.
  • A planilha do índice não vira fórmula. Um nome de arquivo começando com = deixou de virar cálculo no Excel de quem recebesse o CSV.
  • A janela certa é a dona do diálogo. O seletor de pasta pedido de dentro das Configurações nascia atrás delas e sumia ao primeiro clique. E o “Tamanho do texto” passou a escalar a janela junto com o texto — a 150%, os diálogos deixaram de cortar o próprio conteúdo.
  • Três idiomas, dois temas e duas formas, como sempre — agora com o eixo Clássico/Moderno alcançando também a barra de título dos diálogos.
  • O que a 2.0 continua NÃO fazendo. Não editamos o texto de dentro do PDF, não preenchemos nem criamos formulários (preservamos os campos que já existem, isso sim) e não assinamos digitalmente com certificado — assinar aqui é pôr a sua rubrica na página. Tarjar ainda não existe. Comprimir só mexe nas imagens de dentro do arquivo, digitalizar depende do driver do seu scanner, e endireitar vale para foto e digitalização, não para uma página que já está dentro de um PDF.

Tudo o que o app fazia no dia do lançamento:

  • A mesa de trabalho. PDFs, JPG, PNG e HEIC entram na janela e cada página vira uma miniatura. Arraste para reordenar — uma página ou vinte de uma vez. Girar, apagar, inserir página em branco, extrair páginas e exportar cada página como PNG são gestos na mesa, não itens escondidos num menu.
  • A tesoura. Um clique entre duas miniaturas marca onde um documento acaba e o outro começa. Também dá para dividir por intervalo (“3–7, 12–20”) ou em um arquivo por página.
  • Juntar. Quantos documentos você quiser em um só, na ordem que está na mesa. Vindo do Elegant File Explorer, a ordem é a da sua seleção — não a alfabética.
  • Tornar pesquisável (OCR). Uma camada de texto invisível entra por baixo do escaneado e o Ctrl+F passa a achar palavras numa página fotografada. Em lote, com progresso página a página e um cancelar que cancela de verdade. Roda no reconhecimento que já vem no Windows: 100% offline.
  • Comprimir em três degraus honestos. Cada degrau mostra o tamanho estimado antes de você escolher. Quando o arquivo é puro texto, o app avisa que quase não vai encolher em vez de fingir que vai. Escaneado que não encolhe de jeito nenhum ganha o segundo caminho: o app oferece reamostrar as páginas, dizendo antes que a nitidez diminui — nunca sozinho.
  • Fotos → PDF e PDF → imagens. As catorze fotos de nota do celular viram um documento; um documento vira PNGs quando é isso que alguém pediu.
  • Digitalizar direto do scanner. O app chama o aparelho pelo serviço que já vem no Windows: as páginas caem na mesa como imagens e o PDF só nasce quando você mandar. Lote com alimentador conta folha a folha e dá para cancelar. Sem scanner no PC, o comando simplesmente não aparece.
  • Endireitar foto torta. O app mede a inclinação por geometria — não é IA, não é adivinhação — e grava uma cópia endireitada. Se a página já está reta, ele diz isso e não gera nada. O original nunca é tocado.
  • Receitas de papelada. Salve os passos que você repete sempre — “tornar pesquisável, comprimir, numerar” — e aplique na mesa inteira depois, com progresso e cancelar. A receita é um arquivo .efepaper legível: o duplo clique abre uma prévia com os passos listados, nada roda sozinho. Senha nunca entra numa receita.
  • Senha e metadados. Colocar senha, tirar a senha que você conhece, e remover o autor, o nome do programa e o histórico que o arquivo carrega por aí sem você saber.
  • A barra de resultado. Sempre visível, sempre com números reais antes de qualquer coisa acontecer: “Você vai gerar 2 arquivos · 14 páginas · 3,1 MB, era 8,7 MB · o original não é alterado.”
  • O original é intocável. A saída é sempre um arquivo novo ao lado do antigo; nome repetido ganha sufixo e nada é sobrescrito, nunca. O aviso de 12 segundos com Desfazer manda os arquivos gerados para a Lixeira — jamais os originais.
  • Com o Elegant File Explorer instalado, três coisas a mais. O arquivo gerado abre já selecionado na pasta, dentro do gerenciador da casa; um resultado de busca na página 47 vira um botão que abre o documento já rolado até lá; e o Paper escreve uma regra que organiza sozinha o que a multifuncional cospe — ela chega desligada, com prévia do outro lado. Do lado de lá, selecionar PDFs no EFE e mandar “Juntar em um PDF…” abre a mesa já montada. Sem o EFE nada disso aparece, e nada falta.
  • Três idiomas completos no dia do lançamento — português, inglês e espanhol, com troca sem reiniciar.
  • Dois temas × duas formas — cor Claro/Escuro/Automático e forma Clássico/Moderno, com o mesmo desenho do Elegant File Explorer.
  • Manual ilustrado dentro do app, no seu idioma, com capítulo próprio para os limites conhecidos e para a privacidade.
  • Nada sai do seu PC. Não existe cliente de internet no código. Desligue o Wi-Fi e o app funciona igual — e é essa a maneira mais rápida de conferir.