Tudo o que o app fazia no dia do lançamento:
- A mesa de trabalho. PDFs, JPG, PNG e HEIC entram na janela e cada página vira uma miniatura. Arraste para reordenar — uma página ou vinte de uma vez. Girar, apagar, inserir página em branco, extrair páginas e exportar cada página como PNG são gestos na mesa, não itens escondidos num menu.
- A tesoura. Um clique entre duas miniaturas marca onde um documento acaba e o outro começa. Também dá para dividir por intervalo (“3–7, 12–20”) ou em um arquivo por página.
- Juntar. Quantos documentos você quiser em um só, na ordem que está na mesa. Vindo do Elegant File Explorer, a ordem é a da sua seleção — não a alfabética.
- Tornar pesquisável (OCR). Uma camada de texto invisível entra por baixo do escaneado e o Ctrl+F passa a achar palavras numa página fotografada. Em lote, com progresso página a página e um cancelar que cancela de verdade. Roda no reconhecimento que já vem no Windows: 100% offline.
- Comprimir em três degraus honestos. Cada degrau mostra o tamanho estimado antes de você escolher. Quando o arquivo é puro texto, o app avisa que quase não vai encolher em vez de fingir que vai. Escaneado que não encolhe de jeito nenhum ganha o segundo caminho: o app oferece reamostrar as páginas, dizendo antes que a nitidez diminui — nunca sozinho.
- Fotos → PDF e PDF → imagens. As catorze fotos de nota do celular viram um documento; um documento vira PNGs quando é isso que alguém pediu.
- Digitalizar direto do scanner. O app chama o aparelho pelo serviço que já vem no Windows: as páginas caem na mesa como imagens e o PDF só nasce quando você mandar. Lote com alimentador conta folha a folha e dá para cancelar. Sem scanner no PC, o comando simplesmente não aparece.
- Endireitar foto torta. O app mede a inclinação por geometria — não é IA, não é adivinhação — e grava uma cópia endireitada. Se a página já está reta, ele diz isso e não gera nada. O original nunca é tocado.
- Receitas de papelada. Salve os passos que você repete sempre — “tornar pesquisável, comprimir, numerar” — e aplique na mesa inteira depois, com progresso e cancelar. A receita é um arquivo
.efepaper legível: o duplo clique abre uma prévia com os passos listados, nada roda sozinho. Senha nunca entra numa receita.
- Senha e metadados. Colocar senha, tirar a senha que você conhece, e remover o autor, o nome do programa e o histórico que o arquivo carrega por aí sem você saber.
- A barra de resultado. Sempre visível, sempre com números reais antes de qualquer coisa acontecer: “Você vai gerar 2 arquivos · 14 páginas · 3,1 MB, era 8,7 MB · o original não é alterado.”
- O original é intocável. A saída é sempre um arquivo novo ao lado do antigo; nome repetido ganha sufixo e nada é sobrescrito, nunca. O aviso de 12 segundos com Desfazer manda os arquivos gerados para a Lixeira — jamais os originais.
- Com o Elegant File Explorer instalado, três coisas a mais. O arquivo gerado abre já selecionado na pasta, dentro do gerenciador da casa; um resultado de busca na página 47 vira um botão que abre o documento já rolado até lá; e o Paper escreve uma regra que organiza sozinha o que a multifuncional cospe — ela chega desligada, com prévia do outro lado. Do lado de lá, selecionar PDFs no EFE e mandar “Juntar em um PDF…” abre a mesa já montada. Sem o EFE nada disso aparece, e nada falta.
- Três idiomas completos no dia do lançamento — português, inglês e espanhol, com troca sem reiniciar.
- Dois temas × duas formas — cor Claro/Escuro/Automático e forma Clássico/Moderno, com o mesmo desenho do Elegant File Explorer.
- Manual ilustrado dentro do app, no seu idioma, com capítulo próprio para os limites conhecidos e para a privacidade.
- Nada sai do seu PC. Não existe cliente de internet no código. Desligue o Wi-Fi e o app funciona igual — e é essa a maneira mais rápida de conferir.